CLASSIFICADOS ON-LINE   |   CLASSIFICADOS IMPRESSO   |   DESENVOLVIMENTO DE SITES   |   GRÁFICA   |   MÍDIA INDOOR   |   REDES SOCIAIS   |   VÍDEOS ANIMADOS   |   NOTÍCIAS

Conteúdo de reunião ministerial tem repercussão rápida e ampla

Na reunião, o presidente Bolsonaro atacou diretamente os governadores de São Paulo e do Rio e o prefeito de Manaus. Os três se manifestaram. Conteúdo de reunião ministerial tem repercussão rápida e ampla O conteúdo da reunião ministerial teve repercussão rápida e ampla. Na reunião, o presidente Jair Bolsonaro atacou diretamente dois governadores e um prefeito. Os três se manifestaram. O governador de São Paulo, João Doria, do PSDB, que foi atacado pelo presidente Jair Bolsonaro na reunião, reagiu em uma rede social. Disse que: “o Brasil está atônito com o nível da reunião ministerial. Palavrões, ofensas e ataques a governadores, prefeitos, parlamentares e ministros do Supremo, demonstram descaso com a democracia, desprezo pela nação e agressões à institucionalidade da presidência da República. E que é lamentável exemplo em meio à maior crise de saúde da história do país e diante de milhares de vítimas”. O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, do PSDB, que também foi atacado na reunião, disse que os insultos do presidente transformam “a solenidade de uma reunião de ministério em uma conversa de malandros de esquina. Quebra a liturgia do cargo, vulgariza a instituição que deveria saber honrar, exibe despreparo e me põe a questionar todos os presentes. Como um ministro pode, sem se desmoralizar, conviver com uma pessoa dessa baixa extração? Que tempos, que costumes”. O governador do Rio, Wilson Witzel, publicou em rede social que “a falta de respeito de Bolsonaro pelos poderes atinge a honra de todos. Sinto na pele seu desapreço pela independência dos poderes e espero que, num futuro breve, o povo brasileiro entenda que, do que ele me chama, é essencialmente como ele próprio se vê”. O governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, disse que “na forma e no conteúdo, a tal reunião ministerial revela um repertório inacreditável de crimes, quebras de decoro e infrações administrativas, além de uma imensa desmoralização e perda de legitimidade desse tipo de gente no comando da nossa nação”. Por outro lado, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, defendeu Bolsonaro. Disse que “a divulgação do vídeo da reunião mostra claramente um governo comandado por um homem que se preocupa em servir ao povo brasileiro. O Brasil não estava acostumado a isso, e sim com governos que se serviam do trabalho do povo brasileiro”. O secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, disse que “o inimigo esperava que caísse a máscara do presidente Bolsonaro no vídeo da reunião ministerial. Realmente caiu, mas o que todos viram foi a mesma face: um líder defendendo os mesmos valores que defendeu em sua campanha e querendo proteger seu povo da tirania de pseudoditadores”. Parlamentares de vários partidos se manifestaram, a maioria contra. Em notas, vídeos e nas redes sociais, os políticos reagiram ao tom do presidente na reunião. A líder do PSL na Câmara, Joice Hasselmann, disse: “Eu sempre tive vergonha de participar das reuniões. Jair Bolsonaro admite a tentativa de troca em determinados cargos para proteger a família e amigos”. Já a deputada Caroline de Toni, do PSL, disse que o “vídeo mostra o presidente Jair Bolsonaro indignado com o estado de coisas que se instalou no país, com a iminência do comunismo, sua preocupação com o povo, com as liberdades”. O PSDB afirmou que “a reunião ministerial do dia 22 de abril ficará marcada como um dos momentos mais baixos e deprimentes da história recente brasileira. Nenhum apego à liturgia do cargo, linguagem chula, ameaças gratuitas. Em alguns momentos, parecia mais uma reunião de uma gangue armamentista”. As bancadas dos partidos de oposição disseram que “a reunião ministerial revela a total desconexão do governo com o combate à pandemia, que em nenhum momento é fator de preocupação para o presidente e seus ministros. Além disso, fica claro o baixo nível dos integrantes do atual governo. Como bárbaros, jogam a República no caos, desrespeitam as leis, as instituições e ignoram a Constituição; e que indica a tentativa de formação de milícias em defesa de um projeto antinacional e antidemocrático”. O senador major Olímpio, líder do PSL, disse que o vídeo deixa interrogações e criticou o tom de Bolsonaro na reunião. “Xingamentos, palavrões, baixaria. Mais parece uma briga acalorada de botequim que uma reunião do presidente com ministros. Esse é o enredo do vídeo que veio a público. Entretanto, dentro do campo jurídico, ainda fica interrogações se o presidente realmente queria interferir e para quê, na Polícia Federal. Logicamente, os depoimentos e novas provas vão compor o inquérito”, afirmou. O senador Jaques Wagner, do PT, afirmou que “o vídeo foi requisitado como prova e, como prova, mostra a tentativa de interferência na PF do Rio. E revela, definitivamente, que ele não é uma pessoa preparada para comandar uma equipe, muito menos para governar um país. Fica nítido o constrangimento de vários ministros”. O senador Fabiano Contarato, da Rede, também frisou que “o presidente fala abertamente que queria interferir na PF”. A senadora Eliziane Gama, líder do Cidadania, disse que é “estarrecedor o conteúdo do vídeo da reunião ministerial divulgada pelo STF. A forma chula, os palavrões e os ataques às instituições revelam um governo que rompeu com a democracia que o elegeu. Tudo deixa claro que o presidente quer as instituições a seu serviço e não do povo”.


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/05/22/conteudo-de-reuniao-ministerial-tem-repercussao-rapida-e-ampla.ghtml


Boletim Informativo

Cadastre-se para receber nosso boletim informativo e notícias de sua cidade ou região.


Copyright 2013-2020 Classificados da barra - (21) 4107-6698 / 3502-0876 / 96475-6947.
Classificados da Barra LTDA, CNPJ: 28.894.203/0001-98, Rua Esperança, 259 SL 01 , Vargem Grande, Rio de Janeiro/RJ, CEP: 22785-590 Todos os direitos são reservados. Proibido a reprodução sem a devida autorização.