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Após Ministério da Saúde ampliar possibilidade de uso, Mogi mantém protocolo para indicar medicamentos em caso de Covid-19

Protocolo do Ministério da Saúde libera no SUS o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina em casos leves; até então remédios eram para casos graves. Prefeitura de Mogi destaca que a indicação da cloroquina na cidade segue critérios médicos. Mesmo com a liberação do Ministério da Saúde nesta semana para o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina até para casos leves de Covid-19, a Prefeitura de Mogi das Cruzes vai continuar adotando protocolo técnico elaborado pelo Comitê Gestor do Coronavírus e divulgado em abril. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele prevê a indicação do medicamento com base em critérios médicos (veja abaixo como outras Prefeituras estão trabalhando). O presidente Jair Bolsonaro defende o uso da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus. Não há comprovação científica de que esse remédio seja capaz de curar a Covid-19. Estudos internacionais não encontraram eficácia no medicamento e a Sociedade Brasileira de Infectologia não recomenda a utilização. O protocolo da cloroquina foi motivo de atrito entre Bolsonaro e os últimos dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Em um intervalo de menos de um mês, os dois deixaram o governo. A liberação do Ministério da Saúde foi nesta quarta-feira (20), com a divulgação do protocolo que libera no SUS o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina até em casos leves. O protocolo adotado pela Prefeitura de Mogi das Cruzes foi divulgado no dia 17 de abril. Na ocasião, a administração informou que a indicação do medicamento seguia critérios médicos. Mas, de maneira geral, é adotado assim que o paciente for internado com o objetivo de prevenir eventuais complicações e, consequentemente, reduzir o número de casos que precisem de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Desde que haja prescrição médica e consentimento do paciente ou da família, a cloroquina já tem sido utilizada”, explicou na época o secretário municipal de Saúde, Henrique Naufel. O município conta atualmente com 106 leitos de terapia intensiva (50 em hospitais públicos e 56 em hospitais privados), número que já representa uma ampliação de vagas em relação ao cenário existente antes da crise. De acordo com a Prefeitura, outro esforço é realizado para aumentar a oferta de respiradores mecânicos para pacientes mais graves. Alto Tietê O G1 consultou os dez municípios da região sobre como será feita a administração da cloroquina. Mas Biritiba Mirim, Salesópolis e Santa Isabel não responderam até o momento. Arujá A Secretaria de Saúde informou que não há protocolo definido no município quanto ao uso da cloroquina. Segundo a secretaria, deste modo cabe aos médicos a decisão de prescrever ou não o medicamento, com o devido consentimento do paciente. Ferraz de Vasconcelos De acordo com a Secretaria de Saúde, até quarta-feira (20) a cidade não administrava o medicamento por não possuir hospital municipal e por entender que a Atenção Básica não possui esta atribuição. Mas nesta quinta-feira (21) foi inaugurado o hospital de campanha e, segundo a secretaria, de acordo com a administração do local (empresa contratada), será utilizada a cloroquina em casos moderados a graves. Guararema A Prefeitura informou que a cidade segue para atendimento de cloroquina e/ou hidroxicloroquina a nota técnica da CAF/SES N° 03/2020 que trata de todas as orientações quanto ao fluxo de programação, distribuição e monitoramento da utilização de cloroquina e hidroxicloroquina para o tratamento de COVID -19. “Esta ainda é a orientação que o município está seguindo, já que a nova Nota de Orientações divulgadas no dia 20/5 pelo Ministério da Saúde, não possui informações detalhadas sobre a nova grade de distribuição do medicamento em questão para os municípios, não estabelece protocolos, nem manejo clínico detalhado que deve ser adotado após a alteração da nota técnica anterior.” Itaquaquecetuba A Prefeitura informou que a cidade tem um protocolo que foi elaborado em conjunto com a urgência e emergência. Quanto à orientação do Ministério da Saúde, a administração destacou que não recebeu nenhuma deliberação oficial e irá aguardar. Poá A Prefeitura informou que existe um protocolo para uso, para casos graves, mediante assinatura de termo de consentimento dos familiares ou paciente caso o mesmo estivesse consciente. “Porém, neste momento o protocolo está sendo discutido pela equipe multidisciplinar da Secretaria de Saúde, pelo Comitê de Infecção Hospitalar, Comitê de Enfrentamento ao COVID-19, equipe da Vigilância Epidemiológica e só após essa discussão voltará a ser utilizado.” A administração destacou que não está sendo realizada a distribuição da cloroquina. Suzano A Prefeitura informou que adota as medidas do Conselho Federal de Medicina e do Ministério da Saúde, sendo uma decisão a critério do médico a adoção do medicamento no tratamento. Segundo a administração, na prática, não houve alteração do protocolo que já era adotado. A Prefeitura reforçou que o entendimento é a avaliação médica caso a caso. Initial plugin text


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2020/05/22/apos-ministerio-da-saude-ampliar-possibilidade-de-uso-mogi-mantem-protocolo-para-indicar-medicamentos-em-caso-de-covid-19.ghtml


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