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Em dois meses, Prefeitura de SP interdita 422 estabelecimentos não essenciais por descumprirem a quarentena

Maior parte das interdições aconteceu na região da Sé, no Centro da capital paulista. Prefeitura da capital já interditou 433 estabelecimentos não essenciais desde 20 de março A prefeitura da cidade de São Paulo interditou 422 estabelecimentos não essenciais -- a maior parte deles na Sé, no Centro. As autuações aconteceram entre o período de 20 de março até esta quarta-feira (20). Apesar da quarentena no estado de São Paulo ter entrado em vigor em 24 de março, a prefeitura já tinha publicado um decreto municipal em 20 de março que determinava o fechamento de estabelecimentos não essenciais. De acordo com a gestão, cerca de dois mil agentes têm trabalhado na conscientização de ambulantes e comerciantes para manter os comércios fechados em toda a cidade. Estabelecimentos não essenciais flagrados descumprindo a quarentena por bairro: Sé: 143; Aricanduva: 38; Mooca: 30; Freguesia do Ó: 28; Santana: 25; Santo Amaro: 25; Lapa: 24; Guaianases: 19; São Miguel Paulista: 9; Vila Prudente: 18 Cidade Ademar: 13; Sapopemba: 13; Itaquera: 10; Casa Verde: 9; M'Boi Mirim, 8; Perus: 7; Pirituba: 6 Jaraguá: 6; São Mateus: 5; Jaçanã: 3; Penha: 3; Ermelino Matarazzo: 2; Ipiranga: 2; Itaim Paulista: 2; Tucuruvi: 2; Campo Limpo: 1; Cidade Tiradentes: 1; Parelheiros, 1. Principais setores autuados: Bares, restaurantes e lanchonetes: 171 Salões de cabeleireiro, estética ou barbeiros: 44 Lojas de roupas: 21 Móveis e colchões: 17 Loja de tecidos: 16 Cama, mesa e banho: 11 Eletrônicos: 11 De acordo com a prefeitura, o comércio que desrespeita a quarentena é interditado imediatamente. Além disso, o proprietário deve pagar uma multa no valor de R$ 9.231,65 a cada 200 metros quadrados de área construída ocupada pela atividade. O valor total contabilizado com as multas não foi informado. Os estabelecimentos que descumprirem a determinação de fechamento são lacrados. E em caso de reincidência, o local será lacrado novamente e o alvará de funcionamento cassado. Segundo a prefeitura, no entanto, "o objetivo não é multar, mas, sim, evitar aglomerações para reduzir o risco de transmissão do coronavírus para proteger a população, conforme as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS)". A restrição prevista pelo decreto atinge apenas os atendimentos presenciais do comércio. As lojas podem vender produtos através do telefone ou das vendas on-line, por sites ou aplicativos. Seguem funcionando em São Paulo: Hipermercados e supermercados; Padarias; Farmácias; Postos de combustíveis; Lojas de conveniência; Restaurantes e lanchonetes; Lojas de produtos para animais; Feiras livres. Initial plugin text


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/05/21/em-dois-meses-prefeitura-de-sp-interdita-422-estabelecimentos-nao-essenciais-por-descumprirem-a-quarentena.ghtml


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