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Em manifesto, médicos pedem reforço em rede primária de saúde para evitar agravamento de casos da Covid-19

Documento, elaborado pro profissionais de Pernambuco, teve adesão em outros estados. Ideia é solicitar protocolo de conduta aos governos. Manifesto de médicos pede investimentos em unidades básicas para vítimas da Covid-19 Médicos de Pernambuco idealizaram um manifesto para pedir a autoridades de saúde de todo o país que assegurem a prioridade para ações em unidades básicas e invistam no tratamento primário de pacientes com a Covid-19. Segundo eles, um protocolo de conduta evitaria a evolução para quadros moderado e graves da doença provocada pelo novo coronavírus e, assim, a sobrecarga em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) (veja vídeo acima). Saiba como ficam os serviços no estado Confira o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Coronavírus: veja perguntas e respostas “Queremos tratamento precoce pré-hospitalar e não entubação precoce”, definem os profissionais. O manifesto foi assinado por 3.085 médicos de vários estados, que pretendem enviar o documento ao Ministério da Saúde aos governos estaduais, inclusive o de Pernambuco. A principal preocupação dos organizadores do manifesto é instituir um protocolo sobre a oferta de medicamentos aos pacientes nas unidades de atenção básica da rede pública e do setor privado. A ideia é ressaltar a importância do uso de remédios a partir do momento em que a pessoa apresente os primeiros sintomas da Covid-19. Com essa estratégia, aponta o manifesto, seria possível evitar a sobrecarga na alta complexidade. Um dos idealizadores do manifesto, o médico Antônio Jordão afirma que essa é uma ação interestadual, que busca fazer apelos aos estados e municípios para a criação de um protocolo com orientação de conduta e um rol de medicamentos e exames. Segundo ele, a grande razão do manifesto é assegurar que o paciente, quando sair do posto, tenha aquele remédio que foi receitado. E também que ele consiga comprar o medicamento na rede comercial, se for o caso. “Cobramos um protocolo de conduta para atenção pré-hospitalar, mas a decisão final a respeito do tratamento e do medicamento caberá ao médico””, declarou. Documento No texto, os médicos fazem relatos das ações de enfrentamento ao novo coronavírus e apontam problemas nos protocolos adotados em vários países. Eles afirmam que os governos investiram, inicialmente, nas ações de casos mais graves com intervenções em estágios de alta complexidade. Além disso, insistiram na recomendação para as pessoas ficarem em casa e só procurarem ajuda médica na fase de sintomas graves. "Como as complicações extrapolaram as expectativas, os sistemas de saúde entraram em colapso rapidamente”, afirmam os médicos, no manifesto. O documento segue com uma avaliação sobre a doença e e os impactos dela nas redes de saúde em alguns países. “Hoje, é reconhecido que a Covid-19 não é uma gripe, mas uma doença generalizada infecciosa-imunológica-inflamatória-hematológica, o que obrigou países a repensarem suas estratégias de enfrentamento", definem Os profissionais também dizem que "a comunidade médica tem reconhecido que o melhor caminho é o tratamento precoce com prescrição de medicações via oral, que seria uma abordagem primária, simples e de baixo custo." Eles ressaltam que “o tratamento deveria começar, então, diante dos primeiros sintomas suspeitos, mesmo quando ainda não há confirmação laboratorial da doença, aliado aos cuidados de higiene e afastamento social”. Enfoque A especialista em medicina nuclear Cristina Altino de Almeida afirmou que, em virtude dos protocolos adotados, os pacientes passaram a chegar a unidades de saúde em situação avançada da doença. Nesses casos, os tratamentos, segundo ela, são mais caros e difíceis. "O manifesto é para medir a mudança de enfoque no tratamento da doença. Queremos o investimento na saúde primária", defendeu. Cristina ressaltou que o problema de atender doentes em casos mais graves aumenta quando são levados em conta fatores de falta de higiene e de condições ideais de habitação, em comunidades pobres. "É preciso identificar essas pessoas e fazer o isolamento, além de tratar na fase inicial", afirmou. Reivindicações Os médicos sugerem o estabelecimento da distribuição de medicamentos nas redes pública e privada suplementar (planos de saúde). Setor público Postos de saúde, policlínicas, UPAS Farmácias do SUS Farmácias populares Telemedicina com entrega em casa Setor privado Distribuição de remédios em hospitais e centro credenciados o de propriedade dos planos de saúde Telemedicina com entrega em casa[ Ministério divulga protocolo que libera no SUS uso de cloroquina até em casos leves Ministério Nesta quarta (20), o Ministério da Saúde divulgou o novo protocolo que libera no Sistema Único de Saúde (SUS) o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina até para casos leves de Covid-19. Até então, o protocolo previa os remédios para casos graves. Essa decisão provocou reação contrária de especialistas (veja vídeo acima). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defende o uso da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus. Mas não há comprovação científica de que esse remédio seja capaz de curar a Covid-19. Estudos internacionais não encontraram eficácia no remédio, e a Sociedade Brasileira de Infectologia não recomenda a utilização. O protocolo da cloroquina foi motivo de atrito entre Bolsonaro e os últimos dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. No intervalo de menos de um mês, os dois deixaram o governo. Pernambuco chega a 22.560 casos confirmados e 1.834 mortes por Covid-19 Dados Mais 93 mortes e 1.318 casos de pacientes com Covid-19 foram confirmados em Pernambuco, nesta quarta-feira (20). Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou 1.834 óbitos e 22.560 confirmações de pessoas com o novo coronavírus desde o início da pandemia, em março (veja vídeo acima). Initial plugin text


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2020/05/20/em-manifesto-medicos-pedem-reforco-em-rede-primaria-de-saude-para-evitar-agravamento-de-casos-da-covid-19.ghtml


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