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Mais da metade das moradias em Manaus vive situação precária e com maior risco de contaminação pela covid-19, aponta IBGE

Cerca de 348,6 mil famílias moram em palafitas, ocupações e loteamentos na capital amazonense, com dificuldade de acesso a saneamento básico e serviços essenciais. Uma pesquisa apresentada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que das 653,618 mil moradias em Manaus, mais da metade, 348,684 mil (53,3%) são consideradas aglomerados subnormais, ou seja, palafitas, ocupações e loteamentos, locais com difícil acesso a saneamento básico e serviços essenciais. Os bairros Cidade de Deus e Alfredo Nascimento, na Zona Norte da de Manaus são os que mais possuem casas como essas, com mais de 16,7 mil residências. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (19) e colocam a capital amazonense na 2ª posição onde há proporcionalmente mais domicílios em aglomerados subnormais, atrás apenas de Belém, com 55,49%. Segundo o levantamento do IBGE, quem vive nesse tipo de moradia está mais exposto aos riscos de contaminação pelo coronavírus, que até o momento possui mais de 11 mil casos confirmados só em Manaus, de um total mais de 22,1 mil em todo o Amazonas, de acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS). O Gerente Nacional da Pesquisa, Maikon Novaes explicou que o padrão em que são construídas essas casas dificulta o acesso à assistência e saúde, além de ser mais difícil manter o isolamento social. “Nos aglomerados subnormais residem em geral populações com condições socioeconômicas de saneamento e de moradia mais precárias. Como agravante, muitos aglomerados possuem uma densidade de edificações muito elevada, o que dificulta o isolamento social e pode facilitar a disseminação do covid-19. O padrão urbanístico também pode consistir em um limitador, no caso de acesso de ambulâncias para casos mais graves”, disse. Os dados chamam atenção, ainda, para a distância entre as casas e as unidades básicas de saúde, que chega a ser de até dois quilômetros, conforme destacou o Disseminador de Informações na IBGE, Adjalma Jaques. “O objetivo do estudo é mostrar as distâncias entre os aglomerados subnormais, que são aquelas áreas de grande concentração populacional e as unidades de saúde das redondezas. Tudo isso é fruto da falta de planejamento nas nossas cidades e nas ocupações das moradias”, comentou. Situação do Amazonas No Amazonas, mais de 393,995 mil moradias são consideradas aglomerados subnormais, colocando o estado na 5ª posição em números absolutos entre as unidades da federação com mais domicílios em aglomerados subnormais. Em todo o Estado, são 28 municípios possuem aglomerados subnormais. Embora Manaus lidere com maior proporção. Santo Antônio do Içá está na segunda posição com 34%. Coari, Itacoatiara, Iranduba, Tonantins, Tefé e Amaturá possuem valores entre 20 e 28%. Os estados com os maiores números de aglomerados subnormais foram: São Paulo na 1ª posição com 1 milhão de domicílios, seguido pelo Rio de Janeiro com 717,326 mil e e Bahia com 469,677 mil.


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2020/05/20/mais-da-metade-das-moradias-em-manaus-vive-situacao-precaria-e-com-maior-risco-de-contaminacao-pela-covid-19-aponta-ibge.ghtml


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