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PF abre novo inquérito para investigar denúncia de vazamento de operação no RJ

A pedido do senador Flávio Bolsonaro, o advogado da família, suspeito de participar do vazamento, recebeu meio milhão de reais de dinheiro público do fundo partidário. PF abre novo inquérito para investigar denúncia de vazamento de operação no RJ A Polícia Federal abriu um novo inquérito para investigar a denúncia de vazamento da operação Furna da Onça para um filho do presidente Jair Bolsonaro. A pedido do senador Flávio Bolsonaro, o advogado da família, suspeito de participar do vazamento, recebeu meio milhão de reais de dinheiro público do fundo partidário. Victor Granado Alves e Flávio Bolsonaro são amigos de infância. O Jornal Nacional mostrou na segunda-feira (18) que o advogado é investigado pelo Ministério Público do Rio nos inquéritos sobre a rachadinha em dois gabinetes da Assembleia Legislativa, dos ex-deputados estaduais Iranildo Campos e Flávio Bolsonaro. No ano passado, Victor Alves passou a trabalhar na liderança do PSL na Assembleia Legislativa do Rio. Jair Bolsonaro se elegeu presidente e Flávio, senador, pelo PSL. Depois os dois romperam com a legenda e se desfiliaram. O advogado recebia salário como assessor do partido ao mesmo tempo em que atuava como advogado particular do presidente da República e da família Bolsonaro. A reportagem da Folha de S.Paulo mostra, agora, que Victor teve ainda um outro papel. A pedido do senador Flávio Bolsonaro, o PSL nacional contratou em fevereiro de 2019 o escritório de advocacia de Victor e do sócio dele, Daniel Stoliar. O contrato teve duração de 13 meses e foi pago com dinheiro do fundo partidário. Custou R$ 500 mil aos cofres públicos. As informações foram confirmadas pela TV Globo. O Jornal Nacional apurou também que no mesmo ano em que recebeu os pagamentos do PSL, Victor e Daniel compraram uma loja de chocolates da franquia Kopenhagen por R$ 540 mil. Eles assumiram o controle da loja em agosto de 2019. Victor já era dono de uma outra loja da mesma franquia em sociedade com a mulher, Mariana Frassetto Granado. Atualmente ela é funcionária comissionada no escritório político do senador Flávio Bolsonaro, com salário de R$ 22 mil. A loja de Victor e da mulher fica num shopping na Zona Norte do Rio. O relatório de inteligência revela que um caixa eletrônico neste shopping foi usado para depósitos em dinheiro vivo num dos esquemas de rachadinha em que Victor é investigado. Victor Granado Alves é advogado também da loja de chocolates de Flávio Bolsonaro, que tem a mesma marca. A loja de Flávio é investigada por lavagem de dinheiro no esquema das rachadinhas. O Ministério Público descobriu que entrava mais dinheiro na loja do que ela faturava. Victor Alves teve o nome envolvido no suposto vazamento de informações da Polícia Federal em benefício da família do presidente da República. Ao jornal Folha de S.Paulo, o empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro no Senado, contou ter ouvido de Flávio que Victor Alves esteve no encontro com um delegado da Polícia Federal que antecipou informações da operação Furna da Onça, uma semana depois do primeiro turno da eleição de 2018. Foi na Furna da Onça que apareceu o relatório sobre a suspeita de rachadinhas na Assembleia Legislativa. O empresário Paulo Marinho vai depor na quarta-feira (20) no inquérito aberto pela Polícia Federal para apurar o suposto vazamento da operação. Fontes da PF disseram que todas as pessoas citadas pelo empresário serão chamadas a depor. O advogado Frederick Wassef, que defende Flávio e Jair Bolsonaro, afirmou que o escritório de Victor Alves foi contratado pelo diretório do PSL em Brasília e prestou todos os serviços, que as notas fiscais foram apresentadas e que Flávio Bolsonaro e Victor Alves têm uma relação longa e sadia como cliente e advogado. A defesa de Victor Alves confirmou que o advogado participou da reunião na casa do empresário Paulo Marinho como advogado, razão pela qual não pode comentar os fatos lá debatidos. A defesa diz que todas as movimentações financeiras das lojas de chocolate de Victor são realizadas de acordo com a legislação. Nós não conseguimos contato com Daniel Stoliar e Mariana Granado. Ainda não recebemos resposta do PSL.


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/05/19/pf-abre-novo-inquerito-para-investigar-denuncia-de-vazamento-de-operacao-no-rj.ghtml


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