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Investigação que prendeu empresário no RJ tem indícios de irregularidades na Faetec

Secretário de Ciência e Tecnologia é citado em escuta telefônica autorizada pela Justiça, segundo a Polícia Federal. Leonardo Rodrigues não quis se pronunciar. A investigação que prendeu o empresário Mario Peixoto e apura a influência dele no governo do Rio traz também indícios de irregularidades em contratações na Faetec. Carlos Fernando Riqueza Martinho, ex-presidente da Faetec, disse à Polícia Federal que deixou o cargo após ser exonerado de forma repentina em março de 2019. Ele acredita que isso ocorreu por não concordar com a política da secretaria com a Faetec, como mostra o depoimento à PF. "(Declarou) que iniciada a sua gestão como Presidente da Fundação, começou a observar fatos que indicam a possível ocorrência de irregularidades nos processos de contratação realizados pela instituição". Carlos Fernando afirma não ter provas, mas garante que o contrato com a empresa fornecedora de mão de obra terceirizada vem sendo mantido de forma irregular há quatro anos. "(Declarou) que os aditivos do contrato com a empresa são realizados de forma emergencial, a fim de justificar a não realização de nova licitação", como mostra o termo de depoimento à Polícia Federal. Naquela época, o ex-presidente da Faetec afirma que havia três contratos de terceirização de pessoal, sendo dois com a Átrio, empresa de Mário Peixoto. O vice-presidente da instituição era Gilson Rodrigues, atual presidente do Cecierj. "Gilson costumava dizer que ninguém conseguiria lhe "tirar" da Faetec pois o seu padrinho seria Mário Peixoto, pessoa com forte influência junto ao Governador, Wilson Witzel", disse Carlos à PF. A influência de Mário Peixoto na Faetec e na Secretaria de Ciência e Tecnologia se revela também em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. Alessandro de Araújo Duarte é apontado como um dos empresários identificados como operador financeiro de Mário Peixoto. Em 3 de março, ele conversou com um homem não identificado sobre vagas na Faetec. O homem afirma que teve uma confusão em uma reunião marcada com "Leo". Ele diz ainda que Leo teria ficado "acuado na parede", pressionado por Rodrigo Amorim e outra pessoa, que não é possível identificar. A PF diz que "Leo" é o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Leonardo Rodrigues, segundo suplente de Flávio Bolsonaro no Senado. Rodrigo Amorim é o deputado estadual mais votado do Rio. Os dois são do PSL. Alessandro de Araújo pergunta o motivo da discussão e a resposta é "por causa de vaga".


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/05/19/investigacao-que-prendeu-empresario-no-rj-tem-indicios-de-irregularidades-na-faetec.ghtml


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