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Investigação que prendeu o empresário Mário Peixoto aponta suspeita de irregularidade na Faetec

Faetec alega que não há irregularidades em seus contratos emergenciais e que nenhum membro da administração foi alvo de qualquer investigação. Novos trechos do processo que investiga o empresário Mario Peixoto e sua suposta influência no governo do RJ apontam indícios de irregularidades em contratações na Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). Nos documentos também aparecem citações ao nome do secretário de Ciência e Tecnologia do governo Witzel, Léo Rodrigues. Mario foi preso na Operação Favorito, desdobramento da Lava Jato que investiga irregularidades em contratos da Saúde do RJ. MPF se manifesta contra pedido de prisão domiciliar do empresário Mário Peixoto Em depoimento à Polícia Federal em setembro do ano passado, o ex-presidente da fundação, Carlos Fernando Riqueza Martinho, afirmou que saiu do cargo em março de 2019, tendo sido exonerado de forma repentina, e que acredita que isso tenha ocorrido devido à sua não concordância com a política da secretaria com a Faetec. Ele disse também que, iniciada a sua gestão, começou a observar fatos que indicam a possível ocorrência de irregularidades nos processos de contratação realizados com a instituição. Carlos Fernando afirmou que não tinha provas, mas que sabe afirmar que o contrato com a empresa que fornece mão de obra terceirizada para a Faetec vem sendo realizado de forma irregular há aproximadamente quatro anos. Segundo ele, os aditivos de contrato são feitos emergencialmente para justificar a não realização de nova licitação. O ex-presidente da Fundação disse ainda que, naquela data, a Faetec tinha três contratos de terceirização de pessoal, sendo dois com a empresa de Mário Peixoto, a Átrio. Carlos Fernando relata ainda que seu então vice-presidente, Gilson Rodrigues, atualmente presidente do Cecierj, costumava dizer que ninguém conseguiria lhe tirar da Faetec, pois, segundo ele, o seu "padrinho" seria Mário Peixoto,"pessoa com forte influência junto ao governador Wilson Witzel", na avaliação dele. A influência de Mário Peixoto na Faetec e na Secretaria de Ciência e Tecnologia se revela também em escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça. Em uma ligação transcrita, Alessandro de Araújo Duarte, um dos empresários identificados como operador financeiro de Mário Peixoto, conversa no dia 3 de março deste ano com um homem não identificado sobre as vagas na Faetec. O homem afirma que deu uma grande confusão em uma reunião que um homem - que ele se referiu como Léo - arrumou. Ele disse ainda que havia ido ver o Léo, que estava acuado na parede, e que, Rodrigo Amorim e outra pessoa estavam pressionando. A Polícia Federal diz que o Léo citado é o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Leonardo Rodrigues, segundo suplente de Flávio Bolsonaro no Senado. Alessandro de Araújo então pergunta ao homem por que tudo aconteceu e o homem responde que foi por causa de vaga. O que dizem os citados O secretário Léo Rodrigues não quis se manifestar. O deputado Rodrigo Amorim disse que ele e Léo Rodrigues têm uma relação de amizade, que já questionou secretários sobre denúncias de indicações políticas e que ele não tem ingerência no poder executivo. A Faetec disse que não há irregularidades em seus contratos emergenciais e que nenhum membro da administração foi alvo de qualquer investigação. Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (19), Witzel negou relações ilegais com empresários.


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/05/19/investigacao-que-prendeu-o-empresario-mario-peixoto-aponta-suspeita-de-irregularidade-na-faetec.ghtml


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