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Jornal pede à Justiça em SP que hospital e laboratório comprovem que exames de Covid-19 eram de Bolsonaro

Exames entregues ao STF deram negativo para coronavírus. Advogados do Estado de S. Paulo dizem à Justiça Federal que 'laudos apresentados, ao invés de apaziguarem incertezas, fizeram surgir indagações'. O jornal "O Estado de S. Paulo" fez novas solicitações nesta terça-feira (19) à Justiça Federal em São Paulo sobre os exames de Covid-19 do presidente Jair Bolsonaro. Em março, o presidente se submeteu aos testes porque parte da comitiva que o acompanhou em uma viagem à Flórida, nos EUA, contraiu o novo coronavírus. Na sequência, Bolsonaro disse que o resultado dos testes deu negativo, e se recusou a divulgar os laudos. O jornal garantiu na Justiça Federal o direito de ter acesso aos testes de covid-19 em um prazo inicial de 48 horas. A Advocacia-Geral da União, no entanto, se opôs à divulgação dos resultados alegando que “a intimidade e a privacidade são direitos individuais”, dando início a uma batalha jurídica que se arrastou pelas últimas semanas. Primeiro, a AGU entregou um relatório médico, ao invés de laudos, enquanto o presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista que "pode ter contraído o coronavírus". Em seguida, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu a ordem que obrigava a AGU a entregar os laudos, e depois, manteve a determinação para divulgação. O governo ainda recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar derrubar as decisões do TRF-3 e da Justiça Federal de São Paulo, e conseguiu uma vez, mas o caso acabou no Supremo Tribunal Federal (STF), com o ministro Ricardo Lewandowski, que determinou a entrega dos exames. No dia 13 de maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou laudos entregues pelo governo com resultado negativo. Os advogados do jornal afirmaram à Justiça Federal da 14ª Vara Cível que "persistem questões relevantes", pois "os laudos apresentados, ao invés de apaziguarem incertezas sobre a saúde do Presidente, fizeram surgir indagações". "Para piorar, o terceiro documento, expedido pela Fiocruz, é ainda mais vago: não traz data de nascimento, não aponta números de CPF ou de RG, nem indica qualquer outro dado que minimamente permita a identificação inequívoca do indivíduo examinado. Há referência unicamente a um aleatório e assaz enigmático: 'PACIENTE 05'". Por isso, o jornal pede que os órgãos e entidades referidos nos laudos cooperem e enviem uma série de documentos que comprovem que os laudos se referem ao presidente. Além disso, os advogados solicitam que a Justiça interrogue Marilda Mendonça Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo (LVRS) da Fiocruz, que assinou o laudo do “Paciente 05”, e o general Rui Yutaka Matsuda, comandante logístico do HFA. Initial plugin text


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/05/19/jornal-pede-a-justica-em-sp-que-hospital-e-laboratorio-comprovem-que-exames-de-covid-19-eram-de-bolsonaro.ghtml


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