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Pazuello diz na OMS que Brasil tem ajustado protocolos com base em evidências

O ministro interino da Saúde não reproduziu críticas do presidente Bolsonaro às recomendações da Organização Mundial da Saúde na reunião anual dos 194 países-membros da OMS. Começa Assembleia Mundial da Saúde com 194 países-membros da OMS Começou nesta segunda-feira (18) a reunião anual dos 194 países-membros da Organização Mundial da Saúde. A chamada Assembleia Mundial da Saúde ganhou importância ainda maior em 2020 por causa da pandemia. Apesar dos desafios frequentes do presidente Jair Bolsonaro a recomendações da OMS como o isolamento social, o atual ministro da Saúde do Brasil disse que o governo tem ajustado protocolos com base em evidências. E não mencionou o crescimento do número de casos e de mortes pelo coronavírus no país. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que países seguiram estratégias diferentes, às vezes contraditórias. Que muitos governos ignoraram as recomendações da Organização Mundial da Saúde. E que todos nós pagamos um preço alto. Guterres alertou: “Se não controlarmos a propagação do vírus, a economia nunca vai se recuperar”. O presidente chinês Xi Jinping se defendeu das acusações e críticas dos Estados Unidos. Disse que “a China agiu o tempo todo com abertura, transparência e responsabilidade" e prometeu US$ 2 bilhões nos próximos dois anos para ajudar no combate à Covid-19 — cinco vezes o valor da ajuda à OMS que Donald Trump congelou em 2020. Assim como o presidente chinês, outros líderes, como da França, Emmanuel Macron, e da Alemanha, Angela Merkel, também foram convidados para discursar na abertura da primeira Assembleia Mundial da Saúde virtual da história e demonstraram apoio à organização liderada pelo etíope Tedros Adhanom. O diretor-geral agradeceu. Depois começaram os discursos de ministros de cada país. Sem citar a China, o secretário de Saúde dos Estados Unidos disse que pelo menos um país não mostrou transparência e que a OMS falhou no compartilhamento de informações. O brasileiro Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde expressou solidariedade às famílias de vítimas da Covid-19. Especialmente do Brasil. Pazuello não reproduziu críticas do presidente Bolsonaro à OMS e ao isolamento social defendido pela organização. E afirmou que a resposta do Brasil foi organizada em duas frentes: em um comitê de crise coordenado pela Presidência da República para gerenciar ações interministeriais e no comitê do próprio Ministério da Saúde, responsável por ações específicas de saúde pública. Pazuello destacou que o Brasil tem dimensões continentais e diferenças regionais importantes. E que o Ministério da Saúde tem ajustado protocolos com base em evidências e nas necessidades dos locais mais afetados. Pazuello encerrou a participação dizendo que o Brasil tem o compromisso de apoiar e participar de iniciativas de cooperação internacional para diagnósticos, tratamentos e vacinas contra o coronavírus.


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/05/18/pazuello-diz-na-oms-que-brasil-tem-ajustado-protocolos-com-base-em-evidencias.ghtml


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