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Após 28 anos, lixão da Transacreana começa a ser desativado para construção de parque ambiental em Rio Branco

Após 28 anos, lixão da Transacreana começa a ser desativado para construção de parque ambiental em Rio Branco

Publicado em | 10 Jun 2021

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Prefeitura criou uma comissão com secretarias para planejar e coordenar desativação do Aterro de Inertes, no km 1 da Rodovia Transacreana. Anualmente, região é afetada por incêndios e liberação de gases. Aterro de Inertes existe há cerca de 28 anos na Rodovia Transacreana, em Rio Branco Arquivo/Dircom O aterro de resíduos sólidos da Rodovia Transacreana, zona rural de Rio Branco, começou a ser desativado após 28 anos de funcionamento. A prefeitura quer construir um parque ambiental no local. Para fazer o planejamento, foi montada uma comissão com representantes da Zeladoria, Secretaria de Meio Ambiente (Seme), Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra), Secretaria de Planejamento(Seplan) e Defesa Civil. O aterro de inertes recebe, em média, 400 toneladas diárias de descartes produzidos por empresas da construção civil. Em setembro de 2020, o Ministério Público do Acre (MP-AC) recomendou à Secretaria de Meio Ambiente Municipal e ao secretário da Zeladoria de Rio Branco o fechamento do aterro de resíduos sólidos para evitar danos ambientais. Documentário e ensaio fotográfico mostram vida de catadores em aterro de Rio Branco Lixão recebe, em média, 400 toneladas de descartes por dia Arquivo/Dircom O MP-AC determinou ainda que fosse suspenso o depósito de qualquer resíduo no aterro em até 30 dias. Porém, 30 dias depois uma equipe da Rede Amazônica Acre esteve no local e mostrou que ainda era feito o descarte de lixo na região. A prefeitura, então, pediu um novo prazo e foi atendida pelo MP-AC. Outro problema causado aos moradores da localidade são incêndios provocado pela grande quantidade de material em decomposição, o que acaba dificultando o combate feito pelo Corpo de Bombeiros e Prefeitura de Rio Branco. Em 2020, pelo terceiro ano consecutivo, o aterro foi acometido pelo incêndio novamente. Em 2018, o fogo começou em julho e levou mais de 50 dias para ser combatido. Já em 2019, o incêndio iniciou no final do mês de agosto e só foi controlado 47 dias depois por bombeiros e equipes da prefeitura. Lixão da Transacreana sofre com incêndios devido aos gases liberados pelos resíduos sólidos Divulgação/Corpo de Bombeiros do Acre/Arquivo Desativação O secretário municipal de Zeladoria da capital acreana, Joabe Lira, explicou que a comissão vai coordenar também a desativação do aterro. O cronograma montado pelas equipes prevê o fechamento do lixão até o mês de dezembro. "Todo anos temos incêndios regulares, temos trabalhado para que esse ano não aconteça. Temos um cronograma, estamos vendo também uma nova área que se enquadre nas leis ambientais e também com o plano diretor do município. Tem todo um plano para desativar, é uma área particular e o que nos foi repassado, é que ali vai ser feito um parque ambiental", confirmou. Na última segunda-feira (7), os membros da comissão estiveram no lixão para uma visita técnica. Ainda segundo o secretário, as equipes devem fazer um trabalho social com os catadores que trabalham na área. "Tem toda uma legislação ambiental que precisamos seguir para conter os gases que podem aparecer para evitar incêndios. Temos que inserir os catadores em outras áreas de trabalho. É um trabalho bem amplo e até o final do ano queremos concluir", finalizou. Reveja os telejornais do Acre


Fonte: G1 > Rio de Janeiro
https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2021/06/10/apos-28-anos-lixao-da-transacreana-comeca-a-ser-desativado-para-construcao-de-parque-ambiental-em-rio-branco.ghtml


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